quarta-feira, 10 de julho de 2013

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CPI deve propor mecanismos de colaboração internacional no combate à pedofilia

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CPI deve propor mecanismos de colaboração internacional no combate à pedofilia 
Além de elaborar um mapa da pedofilia no Brasil, a comissão parlamentar de inquérito (CPI) criada para investigar o uso da Internet na disseminação desse tipo de crime deverá propor mecanismos de colaboração internacional para o combate ao abuso sexual contra crianças e adolescentes, afirmou o senador Demóstenes Torres (DEM-GO), relator do colegiado, em entrevista a jornalistas.
Foto: Senador Demostenes Torres (DEM-GO)
Os senadores que integram a CPI aprovaram, em reunião realizada nesta quarta-feira (26), o plano de trabalho apresentado por Demóstenes. O plano contém três linhas de ação: pedidos de informações e de assessoramento a órgãos ligados ao combate à pedofilia; realização de oitivas; e visitas aos estados, para inspeções e tomadas de depoimentos.
Conforme informou o presidente da CPI, senador Magno Malta (PR-ES), está agendada para esta quarta-feira, às 16h, visita ao diretor-geral da Polícia Federal, Luís Fernando Corrêa, quando serão solicitadas informações sobre os crimes de pedofilia investigados pelo órgão.
Estão previstas ainda visitas com a mesma finalidade ao ministro da Justiça, Tarso Genro; ao presidente do Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), Cezar Britto; ao secretário especial dos Direitos Humanos, Paulo Vannuchi; e aos presidentes do Supremo Tribunal Federal (STF), ministra Ellen Gracie; e do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), ministro Gilmar Mendes.
A parceria com esses órgãos, ressalta Magno Malta, dará maior agilidade e eficiência ao trabalho da comissão de inquérito.
- Não queremos cometer atropelos na nossa trajetória. Estaremos ao lado de quem investiga, de quem tem o poder de punir os criminosos e de quem milita na repressão à pedofilia - afirmou Magno Malta, ao informar que a CPI deverá contar com assessoramento técnico, principalmente para "balizar as visitas aos estados".
O plano de trabalho da comissão, disse o presidente, inclui diligências e a realização de oitivas. Malta destacou o papel dos conselhos tutelares e dos secretários de Segurança, na preparação das visitas e tomadas de depoimentos que serão feitas em diversos estados.
Na mesma reunião, os senadores aprovaram requerimento convidando o diretor da SaferNet, Thiago Tavares Nunes de Oliveira, a falar à CPI. A entidade realiza pesquisas e projetos sociais relativos ao combate à disseminação de pornografia infantil pela Internet.
De acordo com Demóstenes, um dos resultados da CPI deverá ser a apresentação de projeto de lei estabelecendo a tipificação do crime de pedofilia.
- É preciso tipificar o crime de pedofilia quando esta é externada, quando se torna abuso. É preciso uma tipificação única, para todas as manifestações, o que vai exigir a modernidade de incluir os crimes praticados pela Internet, fazendo com que todos os responsáveis sejam punidos. Com a Internet, o crime prosperou, sendo necessário desenhar mecanismo para combater essas práticas, que são internacionais - explicou o relator.
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CPI deve propor mecanismos de colaboração internacional no combate à pedofilia

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CPI deve propor mecanismos de colaboração internacional no combate à pedofilia 
Além de elaborar um mapa da pedofilia no Brasil, a comissão parlamentar de inquérito (CPI) criada para investigar o uso da Internet na disseminação desse tipo de crime deverá propor mecanismos de colaboração internacional para o combate ao abuso sexual contra crianças e adolescentes, afirmou o senador Demóstenes Torres (DEM-GO), relator do colegiado, em entrevista a jornalistas.
Foto: Senador Demostenes Torres (DEM-GO)
Os senadores que integram a CPI aprovaram, em reunião realizada nesta quarta-feira (26), o plano de trabalho apresentado por Demóstenes. O plano contém três linhas de ação: pedidos de informações e de assessoramento a órgãos ligados ao combate à pedofilia; realização de oitivas; e visitas aos estados, para inspeções e tomadas de depoimentos.
Conforme informou o presidente da CPI, senador Magno Malta (PR-ES), está agendada para esta quarta-feira, às 16h, visita ao diretor-geral da Polícia Federal, Luís Fernando Corrêa, quando serão solicitadas informações sobre os crimes de pedofilia investigados pelo órgão.
Estão previstas ainda visitas com a mesma finalidade ao ministro da Justiça, Tarso Genro; ao presidente do Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), Cezar Britto; ao secretário especial dos Direitos Humanos, Paulo Vannuchi; e aos presidentes do Supremo Tribunal Federal (STF), ministra Ellen Gracie; e do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), ministro Gilmar Mendes.
A parceria com esses órgãos, ressalta Magno Malta, dará maior agilidade e eficiência ao trabalho da comissão de inquérito.
- Não queremos cometer atropelos na nossa trajetória. Estaremos ao lado de quem investiga, de quem tem o poder de punir os criminosos e de quem milita na repressão à pedofilia - afirmou Magno Malta, ao informar que a CPI deverá contar com assessoramento técnico, principalmente para "balizar as visitas aos estados".
O plano de trabalho da comissão, disse o presidente, inclui diligências e a realização de oitivas. Malta destacou o papel dos conselhos tutelares e dos secretários de Segurança, na preparação das visitas e tomadas de depoimentos que serão feitas em diversos estados.
Na mesma reunião, os senadores aprovaram requerimento convidando o diretor da SaferNet, Thiago Tavares Nunes de Oliveira, a falar à CPI. A entidade realiza pesquisas e projetos sociais relativos ao combate à disseminação de pornografia infantil pela Internet.
De acordo com Demóstenes, um dos resultados da CPI deverá ser a apresentação de projeto de lei estabelecendo a tipificação do crime de pedofilia.
- É preciso tipificar o crime de pedofilia quando esta é externada, quando se torna abuso. É preciso uma tipificação única, para todas as manifestações, o que vai exigir a modernidade de incluir os crimes praticados pela Internet, fazendo com que todos os responsáveis sejam punidos. Com a Internet, o crime prosperou, sendo necessário desenhar mecanismo para combater essas práticas, que são internacionais - explicou o relator.

01
JUL

Quanto vale uma vida?!

Nesta semana a notícia do assassinato do menino Brayan Yanarico de cinco anos, com um tiro na cabeça porque chorava no colo da mãe. Foi tanto desespero por parte da inocente criança que ela pegou um saquinho de moedinha para dar ao ladrão e aos choros pedia para não matá-lo.
O que mais me indigna é que o covarde que fez isto, vai em pouco tempo está solto nas ruas, se brincar cometendo outros crimes bárbaros como este. Qual a punição para um monstro deste?
Os três suspeitos que já foram presos pela polícia disseram que foram assaltar os bolivianos porque sabiam que eles não tinham conta bancária e guardavam dinheiro em casa.
Até quando vamos ficarmos sentados assistindo essa matança banal, esta criminalidade? Vamos gritar por paz neste país! Não vamos nos calar diante desta crueldade!


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